Conhecida como cidade inventiva devido as iniciativas no turismo de eventos como a Micarande e o Maior São João do Mundo, ela agora se posiciona fortemente na cultura de desenvolvimento científico-tecnológico como na área de tecnologia da informação e no algodão colorido
Fernando F. da Silva Carlos Araújo escreve para o 'Diário de Borborema', da Paraíba:
Em 1967 quando o campus II da UFPB (atual UFCG) recebia o primeiro computador de grande porte do Nordeste e um dos primeiros do Brasil - um mainframe da IBM de U$$ 500 mil -, começava-se a desenhar um novo cenário para a área tecnológica local que culminaria com um novo ciclo de desenvolvimento, desta vez na área de computação.
Passados 34 anos, Campina Grande está entre as noves maiores cidades tecnológicas do mundo, segundo a revista americana NewsWeek, atraindo para o seu pólo tecnológico empresas multinacionais, além de voltar a se reposicionar num outro setor que já foi o seu forte: o algodão. Só que desta vez colorido.
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